Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de 2012

Qual é o seu Legado? Faz sentido?

Quando escolheu sua carreira, você decidiu que marca deixar? Atualmente tenho visto muitos profissionais levantando dúvidas com relação à carreira que escolheram, o trabalho que estão executando, os valores das organizações versus seus próprios valores etc. etc. Há um momento na nossa vida que devemos parar e pensar: Faz sentido o que estou fazendo? Muitos dizem que não importam as respostas e sim as dúvidas, perguntas. E são elas que nos direcionam para pontos cruciais na nossa vida e carreira, tal como: a decisão de se desligar de uma empresa para empreender, ser mãe, fazer um intercâmbio, deixar uma carreira bem sucedida para outra, ainda sem perspectivas... E a grande pergunta que norteia essas decisões é: Faz sentido? O fazer sentido representa o desejo de seguir o que verdadeiramente você quer, a vocação que lhe apresenta um propósito maior em termos de qualidade de vida, prazer e o que podemos contribuir socialmente por meio do trabalho.   Representa a dur...

Plano de vôo para a vida

Para ter sucesso, deve existir um plano de vôo. No trabalho e na vida. Quando éramos crianças, as decisões mais difíceis que tínhamos era a escolha do par ou impar. Conforme fomos crescendo, as decisões se tornaram mais complexas e começamos a entender os impactos que elas têm nas diversas instâncias das nossas vidas. Sabemos que todas as grandes decisões geram consequências e que devemos assumi-las para poder nos sentir realizados. Grandes decisões geram grandes ações. Há anos tenho acompanhado e observado a carreira de diversos profissionais e é instigante como atualmente muitos deles têm se perguntado o verdadeiro valor do sucesso, da felicidade, da alegria. Muitos, agora, temos nos preocupado em encontrar a verdadeira missão de vida e satisfazer nossas motivações orientados pelos nossos corações e não mais pelas grandes exigências da sociedade. Esse tema vem sendo constante discutido nos principais fóruns de Recursos Humanos, já que agora não engajamos mais p...

Mudanças de rumo... sobre a carreira

Há alguns meses, iniciei o blog falando sobre transição de carreira. Mudanças de rumos me fizeram trazer um novo olhar sobre a transição e também me ajudaram a refletir se deveria falar sobre transição de carreira ou sobre carreira. E a resposta foi carreira. Afinal a transição é transitória, meio redundante por sinal, mas veja: você está empregado, fica sem o trabalho e consegue novamente o trabalho. Agora, carreira é movimento. Constância, pontos que se ligam. Portanto, precisamos nos aprofundar mais sobre esse tema tão debatido no mundo de Recursos Humanos, mas distante da realidade da maioria dos profissionais. Afinal, quem é o líder da sua carreira?

A espera

Paciência. Essa é uma palavra que não faz parte do nosso vocabulário empresarial. Mas faz parte dos momentos de transição. Nesse processo acontecem muitas coisas: novas descobertas profissionais, muitos contatos feitos através de networking (nos tornamos especialistas nisso), redução de despesas (na maioria dos casos),   novos hobbies, novas amizades, novas entrevistas. E tudo exige paciência. Aliás, acho que uma das palavras que mais se ouve no mundo corporativo é o contrário de paciência: foco no resultados, ação, proatividade. Quando falamos sobre paciência? Portanto, aí está algo que aprendemos: A esperar. Mas é um esperar diferente. Um “esperar agindo”. Durante o processo, vivemos muitas sensações e emoções. E aquela que mais nos incomoda é a ansiedade. Sabemos que temos o perfil requerido para muitas empresas, apostamos nas nossas competências, conhecemos o nosso valor profissional, mas também sabemos que precisamos de uma oportunidade para nos desempenhar. Escutei d...

A visão que norteia o caminho

Durante o meu processo de transição e acompanhando o processo de conhecidos, vejo que algumas vezes nos deparamos com algumas reflexões e angústias. Uma delas acontece comigo todas as vezes que vou fazer uma entrevista. Normalmente a conversa na recepção é assim: - Seu nome? - Carolina - Carolina da onde? - É particular. - Ah, é entrevista. O recepcionista do prédio não precisa saber o que fui fazer lá. Ou precisa? E o que distinguiria na minha identificação na recepção o lugar onde trabalho? Afinal, os trabalhos são transitórios. Mas eu serei sempre eu. Obviamente com algumas mudanças no caminho, mas minha essência sempre será a mesma. Quando deixamos um emprego, normalmente deixamos lá alguns aspectos da nossa identidade. E óbvio, vem a insegurança financeira. Perdemos o cartão de visita. Isso significa que já não somos de nenhum lugar. De onde somos agora? Perdemos o carro (ou temos que comprá-lo), o vale refeição, o vale alimentação, assistência médica (agora temos...

As etapas desse jogo

De um modo geral, toda perda gera frustração. E normalmente, nesse processo passamos por um processo de luto, de maior ou menor intensidade, dependendo do grau de afinidade que tínhamos pelo trabalho, desafios, colegas... Fazer de conta que já passou é querer enganar o próprio coração. Passar pelo processo é natural, inerente. Não podemos ter medo de nenhuma das fases. Elas passam se soubermos passar por elas. Não quero radicalizar. Mas observo diariamente em que fase estou. Se avancei ou se estagnei. O meu processo foi um pouco diferente. Comecei nele antes mesmo de deixar o emprego. Portanto, as primeiras fases ocorreram ainda mesmo empregada. Estranho né? Não, isso aconteceu porque a minha transição aconteceu ainda no emprego. As etapas são componentes sequenciais, inerentes do processo. São elas: - Choque: reação inicial à perda do emprego. Normalmente acontece no dia D (dia do acontecimento). Ficamos atordoados com o acontecido. Se a transição é intencional, tomada ...

Dance na chuva

Há anos tenho acompanhado esse tema, de forma direta, nos processos de gestão de mudança organizacional que participei ou nos desligamentos que acompanhei, e indiretamente, nos diversos casos de desligamentos e demissões dos meus amigos, familiares, conhecidos, colegas, ex- colegas. Como profissional de recursos humanos, meu olhar sempre foi de fora, estando do outro lado, mas não o lado mais fácil. Agora meu olhar será de dentro, com a visão e perspectiva do dia a dia do profissional em situação de desemprego. Decidi divagar em um assunto complicado e cuidadoso: transição de carreira. Não terei como foco dar dicas para a transição e sim relatar e falar sobre as diferentes sensações que vivenciamos nesse processo e como podemos seguir em busca de novas oportunidades de carreira e de vida.   Conheço excelentes livros e manuais com dicas de carreira, desenvolvimento, como buscar uma recolocação. Mas tenho encontrado muito pouco material ou oportunidades de falar a verdade sobre ...