Quando falamos de saúde integrativa acionamos um radar que
nos leva a refletir e analisar todos aqueles aspectos que nos proporcionam o
nosso bem estar físico, emocional e
mental.
Uma insatisfação em algum aspecto da nossa vida pode nos
levar a ter um sintoma ou sofrimento e muitas vezes, para que a cura integral
possa existir, precisamos tirar uma radiografia completa sobre essa alma que
está à nossa frente.
É importante lembrar que seres humanos são complexos e
diante dessa complexidade, fechar diagnósticos baseados em duas ou três
informações é tirar do individuo a sua potencialidade e a totalidade do seu
ser. Cabe lembrar que a causa de uma determinada situação muitas vezes não é
vista a olho nu (muitas vezes nem com radiografias). É necessário investigar a
história de vida, relações familiares, ambiente ao qual vive e o sentido que a
pessoa põe em relação a esse sofrimento, doença ou sintoma.
Diante dessa complexidade, a busca por resultados ou
diagnósticos rápidos nos leva a tratar apenas a ponta do iceberg. Curamos o
sintoma, mas não curamos a causa.
Devemos propor um tratamento multifacetado e olhar os vários
ângulos e faces do individuo. Como é a sua relação familiar? Como é a sua
alimentação? A quanto anda sua satisfação profissional? Como é a sua respiração
e digestão? Como é o lugar que você reside? E aqui muitas outras questões que
tem como finalidade olhar a totalidade do ser.
Saúde integrativa é,
então, reconhecer o individuo como uma alma que quer ser vista e escutada.
Refletir sobre os aspectos que te conduzem a sentir o que sente, a pensar o que
pensa.
Portanto, quando tiver a oportunidade de tocar um outro ser,
lembre-se que tudo o que vem a você é também a sua alma pedindo a experiência
daquele encontro.

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