Paciência. Essa é uma palavra que não faz parte do nosso vocabulário empresarial. Mas faz parte dos momentos de transição. Nesse processo acontecem muitas coisas: novas descobertas profissionais, muitos contatos feitos através de networking (nos tornamos especialistas nisso), redução de despesas (na maioria dos casos), novos hobbies, novas amizades, novas entrevistas. E tudo exige paciência.
Aliás, acho que uma das palavras que mais se ouve no mundo corporativo é o contrário de paciência: foco no resultados, ação, proatividade. Quando falamos sobre paciência?
Portanto, aí está algo que aprendemos: A esperar. Mas é um esperar diferente. Um “esperar agindo”.
Durante o processo, vivemos muitas sensações e emoções. E aquela que mais nos incomoda é a ansiedade. Sabemos que temos o perfil requerido para muitas empresas, apostamos nas nossas competências, conhecemos o nosso valor profissional, mas também sabemos que precisamos de uma oportunidade para nos desempenhar.
Escutei durante muitos desses anos excelentes profissionais falarem: puxa, tenho tudo para determinada posição, estudei nas melhores faculdades, falo inglês, excelente experiência, mas o que acontece que não consigo me recolocar.
Não acho que não consiga. Só acho que precisamos “esperar agindo” para nos recolocar. As vagas sempre existem. Basta fazer o que é preciso ser feito. Acionar as pessoas que precisam ser acionadas, falar que estamos em transição. Não ter medo, nem vergonha. Não é vergonhoso estar em transição. É somente uma fase. E como todas fases, elas passam se agirmos e esperarmos.
Há de tratar a recolocação como um projeto de vida, o mais importante no momento. Como todo projeto, deve ser estruturado e iniciar com um processo de reflexão realista.
Então, parar, refletir e definir.
E no final tudo dá certo!
Um projeto de vida bem estruturado é de suma importancia. Pois nos ajudará a chegar com clareza ao nosso objetivo futuro de vida.
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